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Homem é condenado a 116 anos e 8 meses de prisão

PUBLICADO DIA: 21/09/2017
POR: Portal Goioerê
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Rolandi Auriliano da Silva já foi condenado a 70 anos de prisão. Foto: Assessoria

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com base em denúncia do Ministério Público (MP), o Juízo da 2ª Vara Criminal de Paranaguá, no Litoral do Paraná, condenou a 116 anos e 8 meses de prisão um homem que cometeu vários crimes de estupro de vulnerável contra vítimas deficientes mentais.
De acordo com a denúncia, em 2014, o réu, na condição de auxiliar do motorista de ônibus escolar que fazia o transporte das vítimas, todas deficientes intelectuais, aproveitou-se da confiança nele depositada como funcionário do estabelecimento de ensino para praticar por inúmeras vezes atos libidinosos contra as vítimas.
O réu está preso desde outubro de 2014 e deverá cumprir pena em regime integralmente fechado.

ENTENDA O CASO:

Um homem de 46 anos, que já foi condenado a 70 anos de prisão, foi preso suspeito de estuprar uma menina de 11 anos, na manhã desta sexta-feira (17), no Paraná. Conforme informações da Polícia Civil, Rolandi Auriliano da Silva, ainda tentou violentar uma jovem de 19 anos. A prisão ocorreu na casa dele, em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A ação foi realizada pela equipe do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria).
Com Silva, a polícia apreendeu um celular roubado de uma das vítimas.As investigações tiveram início após a família da garota de 11 anos registrar um boletim de ocorrência (B.O) no núcleo, relatando que a criança teria sido abusada sexualmente no dia 9 de dezembro de 2016, quando estava indo para a escola que estudava, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Conforme informações levantadas pela equipe, no dia do fato o suspeito estava dirigindo um veículo Siena chumbo, quando parou o carro e foi em direção a garota.
“Ela a arrastou até o carro com extrema violência, utilizando de força corporal para consumar o fato”, conta o delegado adjunto do Nucria, Tito Lívio Barrichello.
De acordo com o delegado, a vítima ficou aproximadamente 30 dias internada em um hospital de Curitiba, no bairro Água Verde. Durante as diligências, a polícia localizou um B.O registrado em novembro de 2016, por uma jovem de 19 anos, que relatava uma situação semelhante a que equipe investigava, o qual informava uma tentativa de estupro, ocorrida no bairro CIC, em que o suspeito também utilizava um Siena de cor chumbo para realizar o crime.

Diante do fato, os policias passaram a trabalhar em cima do caso e relacionar as situações. Na ocasião, a jovem de 19 anos estava voltando de uma festa, por volta das 7 horas da manhã, no dia 2 de novembro do ano passado. O suspeito a abordou com o Siena e a arrastou até o carro – basicamente da mesma forma com que agiu com a garota de 11 anos –.

“Nesse caso, a jovem entrou em luta corporal com o suspeito e conseguiu fugir, porém ele ficou com o celular e demais pertences dela”, completa o delegado.
Barichello acredita que o suspeito tenha praticado mais crimes de estupro, devido ao seu modo de agir violento e organizado.
“Ambas as vítimas foram atacadas em sextas-feiras, no mesmo horário e na mesma região do bairro CIC. Tanto a criança de 11 anos, quanto a jovem de 19, foram arrastadas para dentro do veículo do suspeito, que já estava com o banco traseiro abaixado, provavelmente para facilitar o estupro”, explica o delegado.
As duas vítimas reconheceram o suspeito, confirmando a autoria das violências. O homem já cumpriu 14 anos de pena no Sistema Prisional, por associação criminosa. Além de possuir uma condenação de 70 anos de reclusão, por assalto a bancos e joalheiras.

O suspeito também possui passagens pelos crimes de furto, roubo, estelionato, tráfico de drogas e falsificação de documento público. Na delegacia, Silva confessou o crime e foi indiciado por estupro de vulnerável, devido ao crime praticado contra a menina de 11 anos, e tentativa de estupro e roubo, referente a ação criminosa contra a jovem de 19 anos. Se condenado, poderá pegar uma pena superior a 20 anos de prisão.

O suspeito será encaminhado ao Sistema Penitenciário, onde ficará à disposição da Justiça. O delegado orienta a população a procurar o Nucria caso tenha alguma informação sobre casos semelhantes.
“Devido ao alto grau de periculosidade do suspeito, é importante que a população esteja atenta e entre em contato conosco pelo número (41) 3270-3370”, finaliza Barichello.
Fonte: TNOnline

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