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Como contratar as melhores pessoas para sua pequena empresa

PUBLICADO DIA: 04/06/2016
POR: Lenilson Munhoz
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Imagine só a situação:

 

você começa sua empresa praticamente do zero, com o tempo começam a aparecer clientes e você consegue atende-los de forma personalizada, entregando um excelente atendimento. Com o tempo, o boca-a-boca se espalha e cada vez mais clientes querem comprar da sua empresa. Eis que então você precisa trabalhar mais e mais para satisfazer a todos, até o momento em que já não tem tempo pra nada e os clientes começam a procurar atenção em outro lugar.
Triste né?
Pois é, mas não precisa ser assim. Todo empreendedor que quer ir mais longe sabe muito bem que para que sua empresa cresça, ele precisará contratar pessoas para ajuda-lo no dia-a-dia.
Porém, é importante destacar que saber como contratar pessoas não é algo tão simples. Não é à toa que 37,9% dos micro empresários atribuem dificuldade na atração e retenção de talentos como obstáculo para o crescimento, atrás apenas da alta carga tributária.
Mas é aí que o Saia do Lugar entra para te ajudar! Confira nossas dicas de como contratar pessoas e levar sua empresa cada vez mais longe.
Atrair as pessoas certas não é fácil, mas é essencial
Esqueça o lema “Se quer bem feito, faça você mesmo”

 

O empreendedor precisa ter muito claro é que, por mais que ele seja bom em quase todas as atividades da empresa, isso não significa que ele deve fazê-las.
Digamos por exemplo que você seja muito bom em Excel e consiga organizar os dados de uma planilha em 10 minutos, enquanto outra pessoa levaria meia hora.
A princípio, esses 10 minutos não fazem tanta diferença, mas imagine que ao invés de ficar mexendo no Excel você usasse esse tempo para ligar para aquele cliente mais importante.
Será que essa ligação não vale muito mais do que o custo de ter alguém levando meia hora para terminar a planilha? Provavelmente sim!
Enquanto um funcionário normalmente tem um salário fixo no final do mês, o empreendedor é diretamente responsável por trazer mais faturamento. Por isso, se uma tarefa não está diretamente relacionada ao crescimento da empresa, ele deve ser delegada.
Autonomia, o segredo das boas contratações
Como já falamos no artigo As 3 coisas que realmente motivam as pessoas, o dinheiro faz diferença, mas não é a única coisa.
Na maioria das vezes, uma empresa pequena não consegue cobrir todos os benefícios e estabilidade que as grandes corporações oferecem. Em compensação, a possibilidade de aprendizado acelerado, flexibilidade no dia-a-dia e possibilidade de propor e criar novas ideias é algo que chama muita atenção nos melhores profissionais.
Por isso, de nada adianta você contratar uma pessoa para cada tarefa da empresa se ela tiver que pedir autorização a cada passo que der. Lógico que existe um tempo de treinamento em que você supervisionar os profissionais, mas assim que eles começarem a pegar o jeito, dê autonomia a eles e testemunhe um belo aumento na performance da empresa.
Como líder, sua maior função é aprender a definir responsabilidades e expectativas
Apesar de destacar a importância da autonomia para tomar decisões, uma coisa fundamental é saber definir de forma específica o que você espera. Uma boa comunicação é o que via diferenciar uma equipe funcionando de forma eficiente de uma bagunça completa em que todo mundo sai frustrado.
Por exemplo, ao invés de falar “Faça uma análise dos fatores que impedem o crescimento das micro empresas no Brasil”, você pode ser mais específico “Entreviste 50 micro empresários e peça para cada um listar, em ordem, o que eles consideram como as maiores causas que atrapalham o crescimento de suas empresa”.
Lembre-se, por melhor e mais esforçado que seja um profissional, ele não consegue ler sua mente. Mostrar exemplos e especificar exatamente o que você espera é fundamental para conseguir resultados cada vez melhores.
Conclusão
Seja como for, é importante saber que investir no crescimento dos seus profissionais é a melhor forma de investir no crescimento da sua empresa.
Sobre o medo de perde-los para o mercado, deixo a frase “Se você acha arriscado treinar alguém e ela ir embora, imagina só o risco de não treiná-la e ela ficar!”.

 

Por que algumas empresas perdem seus melhores colaboradores e outras não

PUBLICADO DIA: 20/05/2016
POR: Lenilson Munhoz
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Esses dias eu estava conversando com um amigo que está no processo de perder um de seus melhores funcionários para um concorrente maior e mais conhecido. Ele não estava feliz com isso, mas apoiou a decisão do seu colaborador que, adorava trabalhar na empresa, mas a oportunidade era muito boa para ser rejeitada.

Se alguém deixa sua empresa numa situação como esta, de crescimento profissional por parte do colaborador, ok. É a lei natural do mercado. Você inevitavelmente perderá bons funcionários por isso.

No entanto, este não é o maior motivo pelo qual as pessoas estão deixando as empresas. Provavelmente você conhece mais de uma pessoa em seu círculo social que está insatisfeita com o trabalho. Os motivos são variados. Da remuneração ao chefe sem noção, passando pela falta de reconhecimento e terminando em reuniões desnecessárias que terminam com tapinhas nas costas. E, claro, há o grupo dos empreendedores. Aqueles que largam tudo e arriscam abrir seu próprio negócio.

A questão é:  se todos vangloriam o ambiente de trabalho de corporações como Google e Facebook, por que as empresas continuam perdendo funcionários pela má gestão de pessoas? Você não precisa ter uma sala de jogos e patinetes para se locomover de um setor para outro, mas penso que estas quatro pequenas ações abaixo vão te ajudar a não perder seus melhores colaboradores. Acredite, tapinhas nas costas e pão e circo não estão na lista. As pessoas querem se sentir parte do negócio.

Inclusão

Os colaboradores (especialmente os acima da média) gostam de sentir que são parte integrante do sucesso da empresa.

Existem duas boas maneiras de fazer isso:

  1. Deixe as pessoas saberem o que está acontecendo e o porquê de estar acontecendo;
  2. Dê liberdade e influência para tomadas de decisão.

Então, em primeiro lugar, seja honesto. Nada de sussurros pelo corredor. Isso gera um clima de incerteza. É uma sensação horrível descobrir notícias ruins da sua empresa através de um jornal. Certifique-se de informar seus funcionários tanto das coisas boas quanto das ruins. Aquele papo de “na alegria e na tristeza”.

Em segundo lugar, inclua os colaboradores nos processos de tomada de decisão sempre que puder. Nunca — nunca mesmo — tome uma decisão importante de forma unilateral. Peça a opinião de seus melhores colaboradores. Faça-os se sentirem parte do negócio. Lembre-se que seus subordinados são seus colegas. O sucesso deles é o seu, e vice e versa.

Apoio

Tenho um conhecido que diz ter tido no máximo cinco conversas com seu chefe este ano (estamos em maio). Três pelo telefone. A mensagem parece ser clara: faça seu trabalho e não me incomode. Obviamente, ele está procurando outro emprego.

Apoiar seus colaboradores e mostrar satisfação com seus sucessos é uma maneira de mantê-los motivados. Forneça os recursos necessários para que eles se desenvolvam da melhor maneira possível. Perceba quais são suas maiores habilidades e invista nelas. Encontre maneiras de ajudá-los a crescer.

Ofertas de trabalho

Pessoas acima da média gostam de desafios. Se você perceber que seu colaborador pode ir além, não o deixe muito tempo fazendo as mesmas coisas. Isso o irá desmotivar — e muito. Seja claro quanto ao plano de carreira da sua empresa  e incentive seus funcionários a buscarem a evolução constante.

Reconhecimento

Esqueça os tapinhas nas costas. A maioria das pessoas quer ser reconhecida por suas contribuições, ideias e trabalho duro. É muito simples deixar aqueles que trabalham com você cientes que você reconhece seus esforços e resultados. Envie um email inesperado mostrando sua gratidão, tenha uma conversa informal na hora de pegar um café. Você não precisa necessariamente se trancar numa sala e dizer isso pra ele.

Você pode ter notado que todas as quatro dicas requerem uma boa gestão e liderança, além de uma cultura empresarial que inclui honestidade e clareza. Então, se sua empresa não se encaixa nessa descrição, comece do começo.

Conceitos e Definições

PUBLICADO DIA: 07/05/2016
POR: Lenilson Munhoz
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Embora usados como sinônimos, os vocábulos publicidade e propaganda não significam rigorosamente a mesma coisa.

Publicidade deriva de público (do latim publicus) e designa a qualidade do que é público. Significa o ato de vulgarizar, tornar público um fato, uma idéia.

Propaganda é definida como a propagação de princípios e teorias. Foi introduzida pelo Papa Clemente VII, em 1597, quando fundou a Congregação de Propaganda, com o fito de propagar a fé católica pelo mundo. Deriva do latim propagare, que significa reproduzir por meio de mergulhia, ou seja, enterrar o rebento de uma planta no solo. Propagare, por sua vez, deriva de pangere, que quer dizer: enterrar, mergulhar, plantar. Seria então a propagação de doutrinas religiosas ou princípios políticos de algum partido.

Vemos, pois, que a palavra publicidade significa genericamente divulgar, tornar público, e propaganda compreende a idéia de implantar, de incutir uma idéia, uma crença na mente alheia.

Outros conceitos:

“Propagare” (latim) – multiplicar, por produção ou geração, estender, propagar. Comunicação persuasiva.

O conjunto de meios destinados a informar o público e a convencê-lo a comprar um produto ou serviço. (Robert Leduc)

Conjunto de atividades que visam influenciar o homem com objetivo religioso, mas sem finalidade comercial. (Mário Erbolato)

Harold D. Lasswell não entende propaganda como uma simples difusão de idéias e doutrinas. Para ele, a propaganda baseia-se nos símbolos para chegar a seu fim: a manipulação das atitudes coletivas. Assim, o uso de representações para produzir reações coletivas pressupõe uma ação de propaganda.

Englobando todas as considerações, podemos conceituar propaganda como “o conjunto de técnicas e atividades de informação e persuasão destinadas a influenciar, num determinado sentido, as opiniões, os sentimentos e as atitudes do público receptor”.

“Publicus” (latim) – ato de divulgar, tornar público.

Divulgar, tornar público sem que isso implique necessariamente em persuasão. (Rabaça e Barbosa)

Estímulos não pessoais para criar a demanda de um produto ou unidade de negócio através dos meios de comunicação como rádio, TV e outros veículos teoricamente com materiais não pagos pelo patrocinador”. (Marcos Cobra)

Conjunto de técnicas de ação coletiva, utilizada no sentido de promover o lucro de uma atividade comercial, conquistando, aumentando ou mantendo clientes”. (Márcio Erbolato)

Qualquer forma de divulgação de produtos ou serviços através de anúncios geralmente pagos e veiculados sob a responsabilidade de um anunciante identificado, com o objetivos de interesse comercial”. (Rabaça e Barbosa)

Em geral, não se fala em publicidade com relação à comunicação persuasiva de idéias. Nesse aspecto a propaganda é mais abrangente, pois inclui objetos ideológicos, comercias etc. Por outro lado, a propaganda é mais abrangente no sentido de divulgação (“tornar público, informar sem que isso necessariamente implique em persuasão”).

A Lei 4.860, de 18 de julho de 1965, regulamentou o exercício da profissão de publicitário em nosso país e utiliza esses dois termos sem distingui-los. Começa por definir como publicitários aqueles que exercem funções de natureza técnica da especialidade nas agências de propaganda; define ainda agência de propaganda como aquela pessoa jurídica especializada na arte e técnica da publicidade.

De todos os conceitos, tiramos as seguintes conclusões:

a) Que publicidade é um meio de tornar conhecido um produto, um serviço ou um firma;
b) Que seu objetivo é despertar na massa consumidora o desejo pela coisa anunciada, ou criar prestígio ao anunciante;
c) Que faz isso abertamente, sem encobrir o nome e intenções do anunciante;
d) Que os anúncios são matérias pagas.

A publicidade é, sobretudo, um grande meio de comunicação com a massa. É paga com a finalidade de fornecer informações, desenvolver atitudes e provocar ações benéficas para o anunciante, geralmente para vender seus produtos e serviços. A propaganda serve para realizar tarefas da comunicação de massa com economia, velocidade e volume maiores que os obtidos através de quaisquer outros meios.
Se entendermos o verbo vender num sentido amplo, generoso, de levar aos outros a mensagem capaz de interessá-los em determinada ação, a finalidade principal da propaganda, então, é vender. Ao convencer os pais da necessidade de vacinar seus filhos, a propaganda vende a idéia preservadora da saúde infantil. Quando aponta os proveitos do pagamento de impostos, vende uma noção que favorece o contribuinte e a coletividade. Não devemos cair no excesso de pensar que apenas a propaganda pode vender determinada mercadoria. Ela ajuda, estimula, motiva a venda. Mas sem os demais fatores essenciais: qualidade do artigo, apresentação atraente, facilidade de distribuição, condições de preço entre outros, seria insensato pensar que a mensagem publicitária alcançaria os objetivos desejados.
Só poderia estar ao lado dos opositores da propaganda, apregoando que os gastos são dispensáveis ou onerosos, quem não conhece sua função e seus efeitos no mundo moderno. Sem a propaganda não teria havido a possibilidade de consumo estável que determinou a produção em série, cujo segredo é produzir em grandes quantidades, a fim de reduzir os custos unitários. Assim, o que se gasta com a propaganda é apenas uma fração mínima do que se teria que gastar por unidade fabricada, não fosse a produção em série. A publicidade acaba por ser a força motriz do sistema capitalista vigente em que o consumo é ato vital e o capital lucrado é combustível.

Resumindo: a propaganda é fonte de economia para os produtores e de benefícios para os consumidores. Sem ela, o custo de venda seria alto, pois se somaria ao custo de fabricação.

Mas os benefícios da propaganda não são só econômicos. A liberdade de imprensa é resultante dela e da sua ação democrática. Sem a receita dos anúncios, nem os jornais, nem as rádios ou televisões poderiam recrear os leitores e ouvintes como o fazem.
Ela é também importante fator como esteio do regime democrático. Suprima-se a propaganda e desaparecerá a liberdade de imprensa que conhecemos. É pela propaganda que subsidem os órgãos de divulgação das mais variadas matizes. Graças a ela, opiniões diversas são emitidas, permitindo o confronto e a análise que precede a seleção dos melhores.

A publicidade é, portanto, uma das maiores forças da atualidade. É a grande energia que impulsiona o desenvolvimento industrial, o crescimento do comércio e todas as outras atividades que se ligam direta ou indiretamente ao consumo seja de produtos, serviços ou idéias. Também tem grande importância na sugestão e orientação política e religiosa da humanidade. Cria estados de oposição, revoluciona os métodos, difunde aquilo que é mais conveniente, novo ou econômico para a comunidade ajudando na resolução de suas apetências e necessidades.

Por que devo investir na identidade visual da minha empresa?

PUBLICADO DIA: 12/02/2016
POR: Lenilson Munhoz
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A identidade visual de uma empresa é demasiado importante. Quando você tem uma empresa, o que mais necessita é a consolidação dessa marca, não é verdade? O seu público-alvo reconhecerá seu produto através do logotipo, das embalagens, de uma música ou até mesmo de uma simples combinação de cores. Para esse grupo de identificação de marca, dá-se o nome de identidade visual. Se você ainda não trabalhou a mesma para a sua empresa, que tal começar agora mesmo? Veja porque é importante fazer esse tipo de investimento.

Viralizando a marca

Você precisa ser lembrado. Se o seu produto é referência para seus clientes, isso significa que o resultado é positivo. Um exemplo disso é a marca Bombril. O nome tornou-se referência para diversas palhas de aço de outras marcas, do mesmo jeito que aconteceu com a Danone. Quando uma pessoa fala que vai ao mercado comprar um Danone, na verdade está se referindo ao iogurte.

A mesma dica vale para a construção da marca. A escolha das cores, da letra e do logotipo deve ser cuidadosamente estudada por um profissional, mediante a ideia de passar os conceitos da sua empresa. Um bom exemplo disso é a Coca-Cola. Com certeza, ao ver a combinação vermelha com branco ou a letra da marca, você irá fazer referência à marca de refrigerante mais famosa do mundo.

Mostre sua marca

Mesmo com um logotipo, você dificilmente conseguirá firmar sua empresa sem uma identidade visual completa. O cartão de visitas, por exemplo, é o primeiro contato da empresa com o cliente. Ele precisa ser bem trabalhado e feito de uma forma inteligente, assim como os envelopes, apresentações, papéis timbrados, etc.

Trabalhos de gráficas são razoáveis, mas contratar um profissional que trabalhe um cartão de visitas exclusivo, diferente e inteligente para a sua empresa dá todo aquele diferencial que ela precisa.

Cuidados com a papelaria na identidade visual

Um bom estudo profissional vai fazer diferença na construção da sua papelaria. Por isso, um designer deve ser consultado. Cada cor tem um significado e um sentido diferente, e cabe à ele definir quais as mais adequadas para o seu caso. A delicadeza dos detalhes transforma a sua marca para seus clientes e isso deve ser prioridade para sua empresa.

Primeiramente, deixe o profissional estudar a personalidade da sua companhia. A partir daí, o papéis timbrados, envelopes, pastas, web site, apresentações, crachás, entre outros itens, serão estruturados de acordo com a mensagem que você deseja passar. As cores são muito importantes e possuem significados específicos. O traço também diz muito sobre o trabalho.

Profissionalismo em foco

Com certeza uma empresa que possui uma identidade visual mais bem elaborada e profissional passa mais credibilidade aos seus clientes. Se ao ofertar seu produto você não se preocupa com a aparência da empresa, tenha certeza que o primeiro questionamento que virá em mente é se o mesmo não poderá acontecer com os seus produtos.

Conclusão

Investir na identidade visual de uma empresa é algo que dá muito retorno, tanto financeiro como satisfatório. Não importa se sua empresa é de pequeno ou grande porte. Certamente o investimento visual atrairá clientes e seus lucro aumentarão significativamente. Está convencido dos benefícios que a identidade visual pode trazer à sua empresa? Conte para a gente nos comentários!

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A importância do Briefing na criação de propaganda

PUBLICADO DIA: 26/01/2016
POR: Lenilson Munhoz
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O que é Briefing:

Briefing, na tradução literal do inglês para português, quer dizer INSTRUÇÕES, ou seja é um conjunto de informações, uma coleta de dados para o desenvolvimento de um trabalho.  É um documento contendo a descrição da situação de uma marca ou empresa, seus problemas, oportunidades, objetivos e recursos para atingi-los.

O briefing é um processo utilizado na área administrativa, por profissionais da comunicação, relações públicas e publicitários. O briefing é a base de um processo de um planejamento criativo.

Numa agência de propaganda o briefing é uma das etapas fundamentais de um processo publicitário. É um processo contínuo e cumulativo através de todos os estágios do planejamento de propaganda. SIgnifica a passagem de informação de uma pessoa para outra, especialmente do anunciante para o executivo de atendimento e deste para os demais profissionais envolvidos no processo. Um bom briefing deve ser tão curto quanto possível mas tão longo quanto necessário.

Existem diversos modelos de briefing, mas não existe um modelo pronto, cada agência ou empresa possui o seu próprio e que melhor se adapta com as suas necessidades. Existem alguns itens que são essenciais para compor um bom briefing, como o histórico da empresa, o problema de marketing que está ocorrendo, objetivos, plano de ação, o público alvo que a organização quer atingir, áreas geográficas de interesses e limitações, como prazos e custos.

Para o briefing ficar mais completo, ainda por ser acrescentados outro itens como uma análise do macroambiente, síntese econômica, cultura do consumo de determinado produto, benchmarking, análise de matriz SWOT e um diagnóstico completo.

 

Você sabe quais são os tipos de Publicidade?

PUBLICADO DIA: 14/12/2015
POR: Lenilson Munhoz
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A publicidade pode ser classificada nos seguintes tipos: de produto, de serviços, genérica (ou de commoditties), de varejo, de classificados, comparativa, cooperativa, de promoção e legal.

Publicidade de produto: em suma esta tem como cunhe objetivo, divulgar produtos e mostrá-los ao consumidor que existe e pode ser uma boa alternativa de escolha de consumo. Publicidade de serviços: esta procura “vender” produtos imateriais como serviços de: bancos, financeiras, seguradoras, agências de turismo, escritórios de advocacia, engenharia entre muitos outros.
Publicidade genérica (ou de commodities): analisamos a pouco o caso: “coma chocolate, chocolate é alimento” nesta “frase”, pode-se perceber que os esforços dirigem-se para a promoção de um atributo genérico portanto amplo, no mais, comum a toda uma categoria de produtos de chocolate. Assim, a publicidade pioneira recebeu o nome de publicidade genérica, tendo reservado a elas três atividades primárias: injetar informações em sistemas de comunicação, ou marketing, realizar a coordenação dos programas de informação entre produtores com objetivos comuns, e destacar os atributos comuns de uma determinada categoria de produto. Publicidade de commoditties.
Publicidade de varejo: os produtos anunciados são patrocinados pelo intermediário, no caso, o varejista. Exemplo: “supermercados” ao divulgar os produtos fornecidos, neste tipo de publicidade os fornecedores não investem, somente o “supermercado” que patrocina a comunicação.
Publicidade de classificados: os anúncios classificados divulgam mensagens de compra, venda ou aluguel de imóveis, móveis, serviços profissionais, empregos etc. A publicidade de classificados é de grande importância no faturamento de muitos jornais, servindo às vezes como a própria mola de investimentos (jornais internos), sejam da grande imprensa, ou seja, dos chamados “jornais de bairro”.
Publicidade comparativa: faz insinuação alusiva aos produtos e serviços dos concorrentes. O anunciante contrapõe a sua própria oferta com a do concorrente, objetivando mostrar a superioridade de seus produtos. A comparação se dar em níveis de preço, de qualidade ou determinadas características dos produtos comparados. Esta publicidade muitas vezes é vetada por práticas abusivas e comparações difamatórias.
Publicidade cooperativa: é a divulgação de um produto realizado conjuntamente pelo fabricante com um ou mais lojistas, ou inversamente, associação de vários fabricantes a uma grande loja, para a produção de anúncios conjuntos. Diferentemente a de varejo.
Publicidade de promoção: uma das mais utilizadas no varejo. Divulga a promoção de vendas por meio de anúncios e comerciais veiculados nas mídias: rádio, televisão, cinema, jornal, revista, outdoor.
Publicidade legal: compreende os anúncios, cuja, publicação é exigida das empresas de capital aberto, de fundações, de cooperativas de associação e entidades de classe, dos órgãos da administração pública direta ou indireta, por lei ou regulamentação específica, a exemplo de balanços e balancetes, comunicados, convocação de assembléias, avisos e editais.

 

Sugestões para ter mais resultados positivos através da propaganda.

PUBLICADO DIA: 30/10/2015
POR: Lenilson Munhoz
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images1- Pesquise seus clientes – A verdade é que alguns nem sabem exatamente o que querem, mas com perguntas inteligentes você desperta o desejo deles. Pesquise antes, durante e após a compra.

2- Tenha bons produtos – Ter bons produtos não significa ter os melhores produtos do mundo, significa ter os que o cliente quer.

3- Cobre o preço certo – Se for caro demais, o cliente procura a concorrência, se for barato demais, você está dando um tiro no pé. Uma empresa só sobrevive com lucratividade.

4- Esteja  onde o cliente está – Uma banca de pastel em um bairro muito rico, não venderá nada. E uma banca de produtos de luxo (originais) na feira também não conseguirá vender nada.

5- Treine sua equipe – O treinamento de equipe de atendimento deve ser constante. Os funcionários precisam conhecer muito bem o que vendem, precisam dominar técnicas de vendas e saber lidar com as mais diversas situações que envolvam os clientes.

6- Reconheça – Os funcionários não querem só dinheiro. Querem trabalhar com pessoas estimulantes e que parabenizam quando vêem um trabalho bem-feito.

7- Seja diferente – Faça alguma coisa que as outras empresas não fazem. Os clientes não querem “mais do mesmo”. Querem um algo mais.

8- Faça propaganda – “Quem não comunica se trumbica” É necessário que a empresa desenvolva uma maneira de fazer com que os consumidores saibam que ela existe, lembrem que a empresa é bacana e que sintam vontade de fazer negócios.

Para que uma empresa tenha bons resultados, existem procedimentos que facilitam o alcance do êxito. A propaganda é um deles.

Um forte abraço e até a próxima.

Lenilson Munhoz

Comunicação e Marketing

www.lenilsonmunhoz.com.br

44 9830 7271  – 44 3522 2895

Goioerê – Paraná

Por que anunciar em tempos de crise?

PUBLICADO DIA: 16/10/2015
POR: Lenilson Munhoz
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avestruzSumir da mídia ou então praticar o efeito avestruz, com certeza não é a solução mais.
Quando os negócios estão em baixa fica sempre a dúvida no setor de marketing das empresas ou, na inexistência deste, nas diretorias comerciais ou ainda no dono do negócio, o que deve ser feito para manter a empresa em evidência porque neste momento a primeira atitude é parar tudo.

 

Há vários comportamentos conhecidos, mas o mais tradicional é o do chamado “pé no freio”, onde tudo é suspenso e tudo deixa de ser feito em nome da economia que, julga-se, seja necessária neste momento.
Quase sempre esta não é a melhor atitude, pois não se está agindo de forma racional e deixamos nos levar somente pelo emocional que domina nossos sentimentos neste momento que vivemos.

 
Não há nenhuma dúvida de que a quebra no bom andamento dos negócios deixa os gestores abalados, pois começam a surgir os problemas com capital de giro, fluxo de caixa e com a própria rentabilidade do negócio.

 
Como sabemos e, por experiência própria, a propaganda é a primeira a ser cortada porque, a não ser nas vendas para o varejo, quando a relação entre o vendedor e o comprador são diretas e atuam uma em função da outra, as relações de causa e efeito na publicidade tradicional só aparecem a longo prazo. Há todo um processo de divulgação e fixação da marca, dos produtos e dos serviços prestados.
Então, para dar o exemplo, a primeira atitude é a de que se faça qualquer economia, a qualquer custo, mas se essas medidas são tomadas sem qualquer critério técnico o feitiço pode voltar-se contra o feiticeiro.

 
Explicando melhor: A empresa “some” do mercado e, a não ser os seus clientes mais antigos que já mantêm uma certa relação com ela, os demais potenciais clientes deixam de considerá-la para efeitos de negócios futuros. Além disso, os concorrentes que têm um comportamento parecido porém um pouco mais racional, ou seja, realinham seus investimentos mirando as principais oportunidades, ocupam o espaço vazio deixado e abocanham os novos negócios que estão surgindo.

 

Em nossa relação pessoal, soubemos de uma empresa que sumiu da mídia e quando voltou a fazer um anúncio recebeu ligações de antigos clientes indagando se ela não tinha quebrado, pois havia “sumido” totalmente de circulação e eles não ouviram mais falar dela.

 

Há um ditado antigo que diz que “Nos momentos de crise é que surgem os melhores negócios”.
Este ditado tem razão de ser por alguns motivos especiais que enumeramos:

 

• O desenvolvimento de novos produtos – Usando do equipamento, da mão de obra e das matérias que já estão na casa com pequenas alterações descobre-se alguns produtos derivados e os acrescentamos ao nosso portfólio.

 
• A abertura de novos nichos – Há alguns mercados que ainda não exploramos, quase sempre porque nossa rentabilidade está boa e mal conseguimos atender aos pedidos que já preenchem totalmente nossa grade de produção normal. É hora de voltar-se para estas novas oportunidades.

 
• A busca de novos clientes – Já temos uma carteira tradicional com bons clientes, fiéis e bons
pagadores e por isso nos descuidamos de abrir nosso leque. Vamos atrás deles.

 
• A tomada de espaços no mercado – Como dissemos, há muita gente que se encolheu e não consegue colocar o “olho” para fora da porta.

 
É hora de pesquisar e conquistar estes espaços vazios.

 
• Os novos negócios – Todos os dias surgem novas demandas.

 
Há menos de dois anos não havia espaço para muitos produtos que hoje estão em alta. É só olhar à sua volta e verá imensos prédios revestidos de aço inox e vidros que não existiam há dois anos.

 

E a relação com a mídia?

 
Por tudo isto é preciso contar a todos a suas novas investidas. Por exemplo, de nada adianta investir milhares de reais na obtenção da certificação da ISO se os interessados que são os seus clientes e o mercado não forem comunicados desta conquista. É preciso divulgar.

 
A propaganda continua sendo a forma mais fácil de se mostrar ao mercado e dizer a todo o momento que você está forte e confiante, pois já passamos por recessões muito piores e, certamente, novos e importantes momentos estão chegando para a sua empresa.

 
Há inúmeros estudos a respeito do tema e o mais recente que tomamos conhecimento foi elaborado pela consultoria McKinsey, em conjunto com a London Business School e pelo consultor Tony Hiller, e divulgadas pelo Portal Exame. Conclui que as companhias que aumentaram a sua despesa com publicidade em marketing em períodos de crise econômica tiveram aumento nos lucros quando a economia se reaqueceu e ganharam espaço no mercado. Já as empresas que cortaram verbas publicitárias levaram mais tempo para se recuperar.

 
Portanto, é o momento de planejar melhor suas aparições, definindo os melhores veículos e os momentos que são os mais importantes dentro do universo que você quer atingir. Mas não deixe de aparecer, pois isto vai fazer a diferença em seu negócio.

 
Pense nisso.

 
Um forte abraço e até a próxima

 

Lenilson Munhoz
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www.lenilsonmunhoz.com.br

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