PUBLICIDADE
chiquinho
chiquinho
2
2
3
3

Vacinação contra a dengue no Paraná

PUBLICADO DIA: 02/08/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

O estado do Paraná lançou nesta terça-feira (26) campanha de vacinação contra a dengue, a primeira na rede pública do país. O protocolo formaliza a compra de 500 mil doses que serão aplicadas a partir do dia 13 de agosto e segue por três semanas, ate 31 de agosto em uma população de faixa etária restrita e em apenas 30 dos 399 municípios do estado. A escolha dos municípios foi baseada nos dados da dengue no Paraná. Por isso, apenas os locais mais afetados serão integrados nesta primeira campanha.

A previsão é que a vacina seja aplicada em três doses, com um intervalo de seis meses entre cada aplicação, levando em consideração que a faixa etária dos vacinados será entre 15 e 27 anos – uma faixa menor do que a indicada pelos fabricantes da vacina, que é de 9 a 45 anos.

O laboratório francês, Sonofi Pasteur, que está vendendo as vacinas, disse que as doses também vão poder ser compradas por clínicas particulares no valor de R$ 133 e R$ 138 por cada dose e que a eficácia do produto foi comprovada por 20 anos de estudos.

Confira abaixo as cidades que terão vacinação contra a dengue: Paranaguá, Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Boa Vista da Aparecida, Tapira, Santa Izabel do Ivaí, Cruzeiro do Sul, Santa Fé, Munhoz de Melo, Marialva, Paiçandu, São Jorge do Ivaí, Maringá, Mandaguari, Sarandi, Iguaraçu, Assaí, Ibiporã, Jataizinho, Porecatu, Bela Vista do Paraíso, Cambé, Londrina, Sertanópolis, Leópolis, São Sebastião da Amoreia, Itambaracá, Cambará e Maripá.

Guaraná tem maior potencial antioxidante do que chá verde

PUBLICADO DIA: 02/08/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

O chá verde é amplamente consumido devido a uma série de benefícios de uma classe de compostos químicos presente em sua formulação: as catequinas, com ação antioxidante e propriedades anti-inflamatórias, entre outras. Mas, de acordo com um estudo recente realizado por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, eles descobriram um concorrente à altura para a bebida, com pelo menos dez vezes mais catequinas: o guaraná.

Ensaios clínicos com voluntários humanos saudáveis revelaram que a propriedade medicinal se deve à presença, em sua formulação, de substâncias conhecidas como catequinas, que oferecem ação antioxidante e anti-inflamatória, entre outros benefícios à saúde humana. A absorção desses compostos pelo organismo reduz a oxidação celular, também chamada de estresse oxidativo, cujos efeitos foram associados por diversos trabalhos ao surgimento de diabetes, problemas cardíacos, câncer, males neurodegenerativos e ao envelhecimento precoce.

Durante um mês, foram realizadas duas etapas de testes. Inicialmente para medir os parâmetros de referência dos efeitos do guaraná em voluntários saudáveis, mas com sobrepeso e risco cardiovascular ligeiramente elevado, os indivíduos foram submetidos a exames clínicos após 15 dias de dieta controlada. Nos 15 dias seguintes, passaram a consumir 3 g de guaraná em pó suspenso em 300 ml de água todas as manhãs, em jejum.

De acordo com a pesquisadora, as catequinas do guaraná melhoraram o sistema de defesa antioxidante das células, protegendo assim as células de danos oxidativos causados pelo próprio metabolismo e por fatores externos.

Os resultados são animadores e mostram que a biodisponibilidade das catequinas do guaraná é igual ou superior às do chá verde, cacau e chocolate, sendo suficiente para promover efeitos positivos sobre a atividade antioxidante no plasma, proteger o DNA dos eritrócitos e reduzir a oxidação dos lipídeos no plasma, além de promover um aumento da atividade de enzimas antioxidantes. Com a pesquisa, esperamos que haja um maior interesse científico pelo guaraná, já que essa é uma espécie nativa da Amazônia e o Brasil é praticamente o único país a produzi-lo em escala comercial”, afirma a pesquisadora.

Porque anestésicos causam perda de memória

PUBLICADO DIA: 02/07/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

 

Pesquisadores da Universidade de Medicina de Toronto mostraram por que os anestésicos podem causar a perda de memória em longo prazo, uma descoberta que pode ter sérias implicações para pacientes no pós-operatório.
Até agora, os cientistas não entendem por que cerca de um terço dos pacientes que se submetem à anestesia e cirurgia experimentam algum tipo de comprometimento cognitivo – como a perda de memória – na alta hospitalar. Um décimo dos pacientes ainda sofre prejuízos cognitivos três meses depois.1185068_208042926025654_1227480006_n
Os anestésicos ativam os receptores da perda de memória no cérebro, garantindo que não se lembrem de eventos traumáticos durante a cirurgia. Professor Beverley Orser e sua equipe descobriram que a atividade dos receptores de perda de memória permanece elevada por muito tempo após a droga ter deixado o sistema do paciente, às vezes por dias a fio.
Estudos em animais revelaram que esta reação em cadeia tem efeitos em longo prazo sobre o desempenho de tarefas relacionadas à memória.
“Os pacientes – e mesmo muitos médicos – pensam que os anestésicos não têm consequências em longo prazo. Nossa pesquisa mostra que o nosso pressuposto fundamental sobre como essas drogas funcionam é errado”, diz Orser, um professor dos departamentos de anestesia e fisiologia, e anestesista no Sunnybrook Health Sciences Centre.
No estudo – liderado pela doutoranda Agnes Zurek – a equipe deu a camundongos machos e saudáveis uma baixa dose de anestésico por apenas 20 minutos e descobriram que a atividade do receptor ficou maior até uma semana depois. Estes resultados sugerem que o mesmo efeito pode impactar na aprendizagem e memória do paciente, por um período, quando eles estão recebendo informações críticas sobre seus cuidados.
“Há muita coisa acontecendo após a cirurgia, o que pode alterar a nossa capacidade de pensar com clareza. A perda de sono, novos ambientes e medicamentos podem impactar a função mental de um paciente. Os anestésicos provavelmente agravam esses problemas”, afirma Orser.
Ela recomenda que os médicos e familiares monitorem cuidadosamente os pacientes após a cirurgia para detectar quaisquer sinais de perda de memória. Orser ainda alerta, “Os pacientes devem escrever tudo ou ter um segundo par de orelhas com eles após a cirurgia. Para os grupos de alto risco, os médicos precisam informar os pacientes sobre esses efeitos colaterais possíveis e ajudar a gerenciar o impacto na recuperação e saúde em geral”.
A probabilidade de um paciente experimentar comprometimento cognitivo depende da sua idade, saúde, tipo de cirurgia e anestesia, com chances crescentes nos procedimentos mais complicados. A incidência é maior em idosos ou aqueles submetidos à cirurgia de grande porte, como a circulação extracorpórea.
“Os anestésicos não o colocam para dormir, mas sim induzem um coma farmacológico. Não devemos lidar com esses medicamentos de uma maneira leviana,” Prof. Orser adverte.
Ela e sua equipe estão estudando as drogas que podem parar os receptores e restaurar a perda de memória. Enquanto ainda nas fases iniciais da investigação, eles dizem que algumas das drogas mostram resultados muito promissores em estudos com animais.
O estudo foi publicado no Journal of Clinical Investigation.
Traduzido por Manipulare Farmacia de Manipulação

Mais de 40% da população recusa doar órgãos de familiares no Brasil

PUBLICADO DIA: 02/07/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

 

Poucas pessoas sabem, mas o Brasil é destaque no contexto mundial de doação de órgãos e tecidos, principalmente por ter o maior sistema público de transplantes do mundo. Porém, a alta taxa de recusa familiar para doação de órgãos é um problema grave no país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 40% da população brasileira não aceita doar órgãos de parentes falecidos com diagnóstico de morte cerebral, principalmente nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país.
Segundo o médico Leonardo Borges de Barros e Silva, coordenador da Organização de Procura de Órgãos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), os motivos para a recusa familiar são diversos: desde crenças religiosas que impedem a realização da doação, até o desconhecimento e não aceitação da morte encefálica, que faz com que muitos familiares acreditem que a condição do ente querido com o corpo quente e o coração batendo seja um indicativo de que ele sobreviverá.
“Entretanto, o diagnóstico de morte encefálica – conhecida também como morte cerebral – é irreversível, ou seja, o paciente perde todas as funções que mantêm a sua vida, como a consciência e capacidade de respirar. O coração permanece batendo e os demais órgãos funcionando. Com exceção das córneas, pele, ossos, vasos e valvas do coração, é somente nessa situação que os órgãos podem ser utilizados para transplante”, observa o especialista.
Autorização – O consentimento informado é a forma oficial de manifestação à doação. A retirada de tecidos, órgãos e partes do corpo de pessoas falecidas para transplantes ou outra finalidade terapêutica dependem da autorização do cônjuge ou parente maior de idade, obedecida a linha sucessória, firmado em documento subscrito por duas testemunhas presentes à verificação da morte.
“Evidentemente, a manifestação em vida da pessoa a favor ou contra à doação de seus órgãos e tecidos para transplante pode ou não favorecer o consentimento após a morte, mas, de acordo com a lei, é a vontade da família que deve prevalecer”, explica o médico Leonardo Borges de Barros e Silva.
De acordo com números do Ministério da Saúde, em 2015, mais de 23 mil transplantes foram realizados no Brasil, sendo a córnea o tecido mais transplantado. No ano passado, o transplante de rins foi o mais realizado, seguido pelos de fígado, coração e pulmão. Mas, enquanto algumas famílias ainda têm receio de autorizar a doação dos órgãos de parentes falecidos, cerca de 40 mil pessoas, entre crianças e adultos, estão na fila de espera por um transplante no Brasil.
Doar órgãos: um gesto de herói – Para tornar essa importante discussão mais abrangente, o Ministério da Saúde, em parceria com a Fundação Faculdade de Medicina da USP, realiza o Projeto “Gesto de Herói – o poder de doar vida”, exposição itinerante sobre doação de órgãos, que já passou pelas cidades de Rio Branco (AC), Manaus (AM), Belém (PA) e Teresina (PI), e acontecerá durante o ano de 2016 em mais seis estados nas regiões Centro-Oeste e Nordeste do Brasil, onde a taxa de recusa familiar é alta.
A ação tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da doação e transplante de órgãos e, principalmente, de colocar esse tema em pauta nas discussões familiares. Por dez dias, o estande do Projeto ficará disponível dentro de shoppings centers localizados nos estados de Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Além da exibição de depoimentos reais de familiares de doadores falecidos e pacientes transplantados, os visitantes da exposição contarão com painéis explicativos sobre o processo de doação e transplante de órgãos e, ainda, a presença especialistas em doação e transplante para esclarecer as principais dúvidas. A próxima exposição ocorrerá no estado do Maranhão, a partir do dia 24 de junho.
Fonte: www.revistahospitaisbrasil.com.br

Não use qualquer creme

PUBLICADO DIA: 17/05/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

DIABÉTICOS? NÃO USE QUALQUER CREME

A pele de quem tem excesso de açúcar no sangue, geralmente mais seca e sujeita a problemas, demanda cuidados especiais. Entenda essas peculiaridades e o que deve ser feito para mantê-la bonita e saudável.

Boa parte dos 13 milhões de brasileiros com diabete, talvez por relacionar sua condição a panes no coração e no pâncreas, não cuida direito de outro órgão que sofre com a sobrecarga de glicose na circulação: a pele. Um estudo da Faculdade de São Paulo (USP), por exemplo, analisou 403 pessoas com distúrbio e mostrou que 81% tinham algum tipo de encrenca cutânea. “Com altos índices de açúcar no sangue, a pele cede um pouco de água para o resto do organismo e se desidrata”, explica a dermatologista Vanessa Cunha, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Acontece que a secura deixa esse tecido como o solo do sertão, isto é, cheio de rachaduras que servem de entrada para micróbios, infecções na superfície do corpo são as mais comuns entre indivíduos com a doença. “E, quando a glicemia está descontrolada, eles ficam ainda mais suscetíveis a essas complicações”, avisa o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da USP de Ribeirão Preto.

Um sangue pra lá de doce também dificulta a cicatrização e lesa terminações nervosas em alguns cantos do corpo, tirando parte da sensibilidade usual. Resultado: uma feridinha qualquer na perna tem maior risco de passar despercebida e agravar-se. “Desconsiderando acidentes, o diabete é a principal causa de amputação”, lamenta Couri. Para deixar a derme hidratada e íntegra, o diabético pode, sim, recorrer aos cremes. Pesquisadores da Universidade de Liège, na Bélgica, inclusive conduziram uma revisão para mensurar o efeito de certos produtos nessa população. E notaram que o uso adequado de alguns deles ajuda, de fato, a diminuir a incidência de problemas cutâneos. Mas aí é que está: nem todo creme fez bem à turma do diabete. Itens repletos de ureia são contraindicados, por exemplo. “Só formulações com menos de 10% dessa substância são efetivas como hidratantes”, afirma Denise Steiner, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

“Acima desse percentual, a ureia gera uma esfoliação que lesa aquela pele já fragilizada”, esclarece Vanessa.

Hoje, existem cosméticos destinados a quem possui muito açúcar trafegando pelos vasos, como o Hidrastar, lançado recentemente pela farmacêutica Sanofi-Aventis. Eles costumam concentrar três tipos de moléculas: as oclusivas, que formam uma película para impedir o ressecamento; as que limitam a ação das bactérias; e as umectantes, que hidratam pra valer. Agora, para vários especialistas, os diabéticos até podem usar cremes

comuns, desde que contenham uma baixíssima concentração de ureia e sejam recomendados por um médico. “E, claro, eventuais irritações decorrentes dos produtos precisam ser reportadas”, adverte Samanta Nunes, dermatologista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Além de passar loções, é essencial evitar banhos escaldantes e se exceder no uso do sabonete. “As mulheres não devem ainda tirar a cutícula, já que isso contribui para infecções”, completa Samanta. Por último e, não menos importante, nunca descuide dos níveis de glicose. “O diabete, se bem controlado, dificilmente provoca lesões na pele”, sentencia Couri.

ATENÇÃO REDOBRADA AOS PÉS

Sem proteção e higiene adequada, eles ficam predispostos a machucados e infecções capazes de gerar consequências graves. “Fungos embaixo das unhas podem até levar à amputação”, exemplifica Vanessa. Por isso, calce sapatos confortáveis e meias de algodão, seque bem os pés e fale com o médico a qualquer sinal de ferida. Cremes também devem ser aplicados, porém sem exagero entre os dedos. Caso contrário, a região fica úmida demais, algo propício a micoses.

Micróbios que ajudam o bom funcionamento do organismo

PUBLICADO DIA: 16/05/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

 

Sabonetes antissépticos, álcool gel a todo momento, limpeza excessiva, algumas pessoas parecem ter verdadeiro pavor dos micróbios. Alguns realmente são bastante perigosos, principalmente se em contato com portas abertas do nosso corpo, como ferimentos, ou se em contato com pessoas com a imunidade muito debilitada e em ambientes com pressão para seleção de cepas resistentes a antibióticos, como no ambiente hospitalar. Porém, no geral e em sua grande maioria, estes seres são benéficos e até mesmo necessários a nossa saúde.

Nosso corpo é uma gigantesca colônia para todos os tipos de micróbios. Estima-se que cada pessoa abrigue um quilo deles em seu interior, especialmente bactérias, em torno de 1.200 espécies diferentes, e muitas delas, participam na digestão de alimentos, produção de proteínas e na modulação do sistema imunológico, todas funções de grande importância para o bom funcionamento do organismo.

Estudo publicados recentemente na revista Science, conduzidos de forma independente na Bélgica e na Holanda, analisaram o conteúdo das fezes de aproximadamente 4.000 pessoas e identificaram 678 grupos de micróbios, sendo que apenas 14 deles, estão presentes em 95% das pessoas. O estudo mostrou ainda que existe uma relação entre a diversidade dos microrganismos que se encontram no intestino e a saúde da pessoa.

Apontam ainda a relações entre essa diversidade do microbioma e a dieta. Pessoas que consomem alimentos como iogurte, vinho e café com regularidade têm uma flora intestinal mais variada. Porém, consumir leite integral e comer muito produz o efeito contrário.

Um dos estudos observou também uma relação, ainda que discreta, entre a composição do microbioma e o índice de massa corporal, e confirmou a relação entre alguns micróbios e doenças como o câncer colorretal e a colite ulcerosa. Os pesquisadores observaram também que problemas de saúde, como um ataque cardíaco, reduzem a presença de algumas bactérias.

O estudo produziu uma conclusão interessante no que trata do uso de medicamentos, tais como antiácidos, antibióticos e antidepressivos, pois são um dos primeiros fatores de alteração da diversidade microbiana. Quando se procura tratar uma infecção, busca-se, com o uso de um antibiótico, erradicar somente uma bactéria prejudicial, porém,em alguns casos, todo o ecossistema será modificado e os risco desta alteração nem sempre são benéficos. O mesmo ocorre também com outras classes de medicamentos.

Outro resultado que chamou a atenção dos pesquisadores é que experiências durante os primeiros meses de vida, como o nascimento com ou sem cesárea e amamentar ou não, não influem na composição da microbiota. Uma relação mais previsível foi o encontrado entre muitos aspectos da dieta ocidental, como a abundância de calorias e carboidratos, comida industrializada e o leite integral, e a baixa diversidade microbiana.

Estudos anteriores já haviam observado que as tribos com modo de vida primitivo têm uma variedade de bactérias muito maior. Nesse grupo, os ianomâmis, uma tribo indígena da Amazônia, são os humanos com o microbioma mais diversificado. O estudo ajudará a mudar a forma de se tratar diversas doenças intestinais e até mesmo no tratamento da obesidade. O cientista estudam como a transferência de micróbios de uma pessoa saudável para outra poderá ajudar nestes tratamentos.

 

ANVISA AUTORIZA USO DE PRIMEIRA VACINA CONTRA DENGUE NO BRASIL

PUBLICADO DIA: 02/05/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

 

A vacina contra dengue já é uma realidade, embora ainda não esteja disponível para todos.

Inicialmente, o medicamento será disponibilizado para rede particular de laboratórios. Definido o preço, a comissão nacional de incorporação de tecnologias no SUS vai avaliar se vale a pena incorporar o produto ao sistema publica de imunizações.

Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância sanitária (ANVISA) o produto foi desenvolvido pela empresa Sanofi Pasteur.

A promessa do fabricante é de proteção de 93% contra casos graves da dengue, redução de 80% das internações e eficácia global de 66% contra todos os tipos de vírus. Por isso, o imunizante deve ser aplicado em três doses, com intervalos de 6 meses.

A vacina tem eficácia a partir da primeira dose, protegendo em torno de 70% dos imunizados, mais há necessidade das outras doses, porque a proteção vai caindo com o tempo. Ou seja, o índice mais alto da imunidade contra a dengue é atingida apenas um ano depois da primeira dose, já que o resultado aumenta de forma gradativa. A vacina é indicada para pessoas entre 9 e 45 anos e protege contra os 4 tipos do vírus da dengue. Fora dessa faixa-etária, os níveis de eficácia ainda são muito baixos.

A vacina pode ate contribuir no combate a doença, já que menos pessoas poderão ser infectadas, mas não diminuirá a necessidade de atenção com os criadouros do mosquito, relato a diretoria médica da Sanofi, Sheila Honsani.

 

Ingestão de ômega-3 ajuda a evitar riscos de arritmia cardíaca

PUBLICADO DIA: 15/04/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

Adultos com mais de 65 anos e com níveis elevados de ácidos graxos ômega-3 no sangue têm 30% menos chances de desenvolver arritmia cardíaca. De acordo com um estudo, de cada 100 pessoas, 25 desenvolvem a condição – com o uso do óleo, esse número poderia cair para 17 casos em 100.

Nos Estados Unidos, país onde foi conduzido o estudo, 9% da população chega a desenvolver fibrilação atrial após os 80 anos. O ritmo cardíaco anormal, descompassado, pode causar insuficiência cardíaca ou mesmo levar ao derrame. Hoje, existem poucos tratamentos para esse quadro, e eles se concentram na prevenção de derrames com o uso de drogas que afinam o sangue e, assim, evitam a formação de coágulos. “Um risco 30% menor de desenvolver uma arritmia cardíaca crônica é um número considerável”, diz Dariush Mozaffarian, autor do estudo e professor na Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard. O ácido graxo ômega-3 é comumente encontrado em peixes, mas sua concentração pode variar em até 10 vezes de um tipo de peixe para outro.

Pesquisa – Para conseguir uma medida precisa da quantidade de óleo de peixe consumido pelos voluntários, os pesquisadores recolheram amostras de sangue de mais de 3.300 adultos com mais de 65 anos. Nos 14 anos seguintes, todos os participantes foram rastreados. Descobriu-se, então, que 789 haviam desenvolvido arritmia cardíaca.

Entre aqueles elencados como os 25% com níveis mais elevados de ômega-3 no sangue, havia uma redução de 30% nos riscos de desenvolver a condição. “Essa redução é significativa”, diz Alvaro Alonso, professor na Universidade de Minnesota e membro da equipe de pesquisadores. Segundo o pesquisador, uma redução de 30% nos riscos poderia significar que, em vez de 25, somente 17 a desenvolveriam a doença.

De acordo com Alonso, mais estudos são necessários para que se compreenda como o óleo de peixe, ingerido até como um suplemento alimentar, pode ser usado de maneira preventiva contra a arritmia cardíaca

FLORAIS DE BACH

PUBLICADO DIA: 15/04/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

Quando nos sentimos bem, realizados e felizes, estamos em equilíbrio com tudo e conseguimos transmitir aos nosso familiares e amigos somente bons fluidos. Porém, com os acontecimentos da vida, às vezes precisamos de um pouco de ajuda para alcançarmos este equilíbrio e seguirmos em frente. É nesse momento que os Florais podem ajudá-lo.

Os florais são preparados a partir de flores silvestres coletadas no auge da florada da planta, nas primeiras horas da manhã quando ela ainda está cheia de orvalho, em locais na natureza onde as forças elementais se encontram intactas e, por isso mesmo, potentes/poderosas. Os Florais não têm contra indicação, pois atuam sobre as emoções em desequilíbrio, por efeito físico e não químico.

As essências florais atuam nos campos emocionais, espirituais e conseqüentemente no campo físico. Visa a harmonização das emoções, pensamentos e sentimentos que possam estar gerando um mal estar físico/psíquico. Cada uma das essências florais atua curando determinado quadro desarmonioso. A freqüência restauradora que delas provem percorre as vias de energia sutil que interligam os órgãos aos centros emocionais energéticos, atingindo todos os corpos etéricos, desbloqueando e equilibrando todo o sistema, possibilitando assim uma harmonização de todo nosso campo bioenergético, fazendo com que haja uma aceleração da freqüência vibracional de determinadas partes que se encontram bloqueadas, ocorrendo uma modificação das informações energéticas correspondentes. A essência floral auxilia o indivíduo a trazer a consciência às atitudes que causam os problemas e nos ajudam a fazer a mudança necessária para a cura. As essências florais são muito poderosas quando se trata de prevenir doenças, atuam no estado emocional do indivíduo tratando os processos de ansiedade, medo, tristeza, trauma, stress, etc. Estados emocionais que geram problemas físicos como gastrite, azia, excesso de peso, dores de cabeça, etc. É certo dizer que são os pensamentos e atitudes que determinam a saúde física do indivíduo, devido à somatização de padrões cristalizados que perduram no indivíduo por muito tempo, até que chega ao estado físico de fato.

SOBRE A MANIPULARE

Localizada em Goioerê, a Manipulare é uma farmácia magistral, que produz e comercializa produtos e serviços que promovem a saúde e o bem estar. Os principais produtos são: formulações Alopáticas, Homeopáticas, Fitoterápicas, Ortomoleculares, Dermatológicas, Odontológicas e Nutracêuticas, Florais, Produtos naturais e Cosméticos.

A orientação farmacêutica é um dos grandes diferenciais da Manipulare, que oferece atendimento personalizado aos clientes, obedecendo rigorosamente às boas práticas de manipulação em farmácia, com o objetivo de assegurar a excelência e a eficácia do medicamento.

Vacina de Dengue

PUBLICADO DIA: 30/03/2016
POR: Babi Kffuri
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestEmail this to someoneShare on LinkedIn

Anvisa autoriza uso de primeira vacina contra dengue no Brasil

A vacina contra dengue já é uma realidade, embora ainda não esteja disponível para todos. Inicialmente, o medicamento será disponibilizado para rede particular de laboratórios. Definido o preço, a comissão nacional de incorporação de tecnologias no SUS vai avaliar se vale a pena incorporar o produto ao sistema publica de imunizações.

Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância sanitária (ANVISA) o produto foi desenvolvido pela empresa Sanofi Pasteur. A promessa do fabricante é de proteção de 93% contra casos graves da dengue, redução de 80% das internações e eficácia global de 66% contra todos os tipos de vírus. Por isso, o imunizante deve ser aplicado em três doses, com intervalos de 6 meses.

A vacina tem eficácia a partir da primeira dose, protegendo em torno de 70% dos imunizados, mais há necessidade das outras doses, porque a proteção vai caindo com o tempo. Ou seja, o índice mais alto da imunidade contra a dengue é atingida apenas um ano depois da primeira dose, já que o resultado aumenta de forma gradativa. A vacina é indicada para pessoas entre 9 e 45 anos e protege contra os 4 tipos do vírus da dengue. Fora dessa faixa-etária, os níveis de eficácia ainda são muito baixos.

A vacina pode ate contribuir no combate a doença, já que menos pessoas poderão ser infectadas, mas não diminuirá a necessidade de atenção com os criadouros do mosquito, relato a diretoria médica da Sanofi, Sheila Honsani.

 

Página 1 de 3123
PUBLICIDADE
© COPYRIGHT 2015 - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS - Portal Goioerê